Continuando com minha introspectiva conversa me lembrei de uma frase que gosto muito:": Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas"; na verdade trata-se de uma dedicatória, mais precisamente do início das "Memórias Póstumas de Brás Cubas", livro de Machado de Assis. Bom! A Frase sempre me causa certa comoção, gosto de imaginar; mas não te entrar em toda aquela escatologia, do fato de um verme roer essas carnes mortas, mas um simples fato leva tudo isso a cabo, a MORTE.
A morte... essa aterradora certeza, essa da qual corremos, tentamos nos desvencilhar e por fim se torna a única certeza. Mas por tantas vezes nos vemos a beira da dita cuja, ou por outras tantas nos expomos sem motivo a ela. Todos esses fatos me lembram de uma coisa. Raras são as vezes que celebra-se a vida. Sempre é muito mais fácil, diante da dureza cotiana, reclamar, esbravejar, mandar tudo a pqp, que simplesmente falar._"Caralho! que bom que eu ainda to vivo....". Isso é um fato que as pessoas não atentam e eu não sou diferente. Sempre busco alguma ocupação, sempre estou disposto a ajudar, sempre quero estar fazendo algo, mas quando vejo, cá estou eu reclamando. Sempre é mais fácil, fazer e falar merda, que buscar algo de fato. Mas embora esse início pareça algo como auto-ajuda, não se trata disso, nem de longe. Trata-se apenas de um cara, que diante de todas as situações já vividas, diante de sua cara de "tiozão" mesmo tendo apenas 28 anos, diante de uma série de tristezas com relacionamentos e amizades, simplesmente VIVE. Se alguém me perguntar por que diabos eu vivo; serei franco em responder, vivo por mim; pois enquanto me dispus a viver por outros uma certeza apenas tive; desilusão, frustração e o pior de tudo, cultivei vícios em diversos aspectos, e coisas que não me faziam nenhum bem, esqueci quem eu era. Mas um fato legal nisso tudo, esquecer quem você é por vezes é bom. Quando você descobre que não sabe mais ao menos quem é você, tenha apenas uma certeza: " se você não sabe quem é você, imagina as outras pessoas"; por que elas saberiam quem é "tal pessoa"? Estranho quando dito dessa maneira! Mas de fato faz algum sentido, ao menos pra "EU".
Voltando ao meu amigo defunto-escritor; acho muito impactante a ideia de escrever do além tumulo; mas vejo de uma outra maneira isso também. Enquanto estamos nessas paragens, realmente "PODEMOS MORRER DIVERSAS VEZES". Ao menos pra mim não se trata apenas de uma morte simbólica, poética ou falsa; trata-se de morte de fato, e ainda que relutante o que deixa toda essa experiência ainda mais fascinante é o RENASCER. Todos somos capazes de nos reinventar. E em momentos como esse de solidão e alguma lucidez, conseguir escrever sobre algo assim já é BOM.
terça-feira, 3 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
The ment
Aos que aspiram por alguma sanidade, me resta apenas dizer.... "que pena"!
Tantas vezes eu quis ser, ou talvez não, sei lá....mas de fato não consigo me ver como essa pessoa, normal!
Oh, my god! então sou alguém especial? que nada, sou apenas mais um! um cara que, assim como todos, tem algo a dizer e por vezes não quer dizer merda nenhuma.
Mas exercitando apenas minha rabugice diária, esse é mais um dos meus momentos de lúcida insanidade, já a algum tempo por vezes quero sentar e escrever, mas fico admirando meus amigos que tão bem escrevem, que são agraciados com divinas inspirações e me vem a mente! a tanto que converso com esse bando de malucos e que por vezes partilho de suas loucuras. Sinto-me as vezes tentado a insensatez de me arriscar... e por vezes fiz isso, as vezes para parecer legal, outras pra defender ou atacar, melhor dizendo lutar em batalhas que não são minhas, mas nunca me dispus a escrever minhas loucuras. Bom esse é o caso agora!
Lembrando que como autor, escritor, escrivão, escrevente; ou qualquer coisa que o valha, sou apenas um cara que gosta "as vezes" de escrever e muitas vezes de opinar e quem me conhece sabe que sou um verdadeiro pentelho, mas que se foda, isso não passa de uma coisa particular que apenas interessa a "EU".
Bom! apenas para constar..... isso aqui é pra eu ler depois e dar risada! mas funcionará como um um relato despretensioso de qualquer coisa que me vier a cabeça! mas vou procurar ao menos me fazer entender quando eu for ler isso algum dia.
DITO TUDO ISSO....tss...tum...passss...!
Como bom pentelho que eu sou, me pego por diversas vezes, envolto nas mais esquisitas situações. Não sei bem por que cargas d'água, alguns caras acreditam que eu sirva para conversar, dar boas opiniões e até mesmo que eu seja um bom ouvinte. Isso, por mais incrível que possa parecer na maioria das vezes não me desagrada totalmente,e por vezes me rende oportunidades muito bacanas que fazer; o que de algum tempo pra cá mais tenho feito e tido algum prazer em fazer_OBSERVAR. Mas enganam-se os que acham que observar, significa fofocar ou ser indiscreto de meter o bedelho em assuntos que não nos interessa, muito pelo contrário, essas tais observações, são veladas e em momento algum requer mais que apenas bons olhos para ver o que por vezes não está tão óbvio e por vezes o que está explícito. O que torna mais instigante vivenciar as situações toscas que por vezes me encontro é que tudo acaba tendo alguma valia, de platonismos exagerados, a complexos mil, sempre é interessante ver as pessoas querendo serem vistas, as que outras vezes querem se esconder, as que sempre são tidas como adereços, as que nem como adereços servem, as que despertam todos os tipos de sentimentos, os ruins inclusive, mas a melhor parte mesmo é ver o quanto o ser humano é deprimente, incluso esse que escreve essas palavras. Chegando eu, sozinho, a uma conclusão tão extraordinária, passo daqui por diante ao relato desse dia.
APENAS UM PENSAMENTO SOBRE O QUANTO É RUIM A SOLIDÃO
Um título até bonito, para algo que é desagradável. Em minhas turbulentas idas e vindas travei contato a pouco mais de um ano com uma criatura muito singular. Suas excentricidades e regionalismos, juntamente com os trejeitos, aliados a uma necessidade de se enturmar nos fizeram de alguma forma interagir, fato até então sem muita importância, mas vez por outra permitimo-nos alguma fraternidade e enveredamos por caminhos díspares. Tendo esse ser algum apreço por mim, vez por outra tratamo-nos como amigos. Diante de alguma, ou nenhuma surpresa, obtive informações muito pessoais. Vez por outra ele se mostrava uma pessoa de fácil trato, mas sua verdadeira personalidade apenas se manifestava quando embriagado e ou sob efeito de algum outro "aditivo". Nesses momentos surgia das profundezas desse "amigo" suas frustrações, calorosas declarações de amizade, seu desejo incontido de ser aceito e seu profundo pesar de ser e estar sozinho. SOZINHO! Não que não contasse com parentes biológicos e amigos mais próximos, mas quando me refiro a solidão de meu pobre amigo, me pego, filosofando, sobre estar sozinho rodeado por diversas pessoas. TRISTE; sim, mas como tudo parece um infindável círculo vejo esse meu "amigo" vivendo seu dia a dia repetitivo, cumprindo sua jornada. Resumindo-se a trabalho, casa, televisão, coisas triviais, bar, bebedeiras (sempre), ilícitos, pessoas que o rodeiam por algum interesse e uma coisa que julgo ainda mais triste em toda essa situação, total desapego ao bem estar dele mesmo. Vejo por vezes essa criatura se expor de maneira que julgo desnecessária a perigos tolos, pondo a sua integridade física em risco a troco apenas de uma coisa -ACEITAÇÃO. O que me remete ao quanto as pessoas são tristes e sozinhas, principalmente quando se é jovem; o que torna toda essa "viagem" ainda mais estranha, é apenas tratar-se de um deja vu.
Tantas vezes eu quis ser, ou talvez não, sei lá....mas de fato não consigo me ver como essa pessoa, normal!
Oh, my god! então sou alguém especial? que nada, sou apenas mais um! um cara que, assim como todos, tem algo a dizer e por vezes não quer dizer merda nenhuma.
Mas exercitando apenas minha rabugice diária, esse é mais um dos meus momentos de lúcida insanidade, já a algum tempo por vezes quero sentar e escrever, mas fico admirando meus amigos que tão bem escrevem, que são agraciados com divinas inspirações e me vem a mente! a tanto que converso com esse bando de malucos e que por vezes partilho de suas loucuras. Sinto-me as vezes tentado a insensatez de me arriscar... e por vezes fiz isso, as vezes para parecer legal, outras pra defender ou atacar, melhor dizendo lutar em batalhas que não são minhas, mas nunca me dispus a escrever minhas loucuras. Bom esse é o caso agora!
Lembrando que como autor, escritor, escrivão, escrevente; ou qualquer coisa que o valha, sou apenas um cara que gosta "as vezes" de escrever e muitas vezes de opinar e quem me conhece sabe que sou um verdadeiro pentelho, mas que se foda, isso não passa de uma coisa particular que apenas interessa a "EU".
Bom! apenas para constar..... isso aqui é pra eu ler depois e dar risada! mas funcionará como um um relato despretensioso de qualquer coisa que me vier a cabeça! mas vou procurar ao menos me fazer entender quando eu for ler isso algum dia.
DITO TUDO ISSO....tss...tum...passss...!
Como bom pentelho que eu sou, me pego por diversas vezes, envolto nas mais esquisitas situações. Não sei bem por que cargas d'água, alguns caras acreditam que eu sirva para conversar, dar boas opiniões e até mesmo que eu seja um bom ouvinte. Isso, por mais incrível que possa parecer na maioria das vezes não me desagrada totalmente,e por vezes me rende oportunidades muito bacanas que fazer; o que de algum tempo pra cá mais tenho feito e tido algum prazer em fazer_OBSERVAR. Mas enganam-se os que acham que observar, significa fofocar ou ser indiscreto de meter o bedelho em assuntos que não nos interessa, muito pelo contrário, essas tais observações, são veladas e em momento algum requer mais que apenas bons olhos para ver o que por vezes não está tão óbvio e por vezes o que está explícito. O que torna mais instigante vivenciar as situações toscas que por vezes me encontro é que tudo acaba tendo alguma valia, de platonismos exagerados, a complexos mil, sempre é interessante ver as pessoas querendo serem vistas, as que outras vezes querem se esconder, as que sempre são tidas como adereços, as que nem como adereços servem, as que despertam todos os tipos de sentimentos, os ruins inclusive, mas a melhor parte mesmo é ver o quanto o ser humano é deprimente, incluso esse que escreve essas palavras. Chegando eu, sozinho, a uma conclusão tão extraordinária, passo daqui por diante ao relato desse dia.
APENAS UM PENSAMENTO SOBRE O QUANTO É RUIM A SOLIDÃO
Um título até bonito, para algo que é desagradável. Em minhas turbulentas idas e vindas travei contato a pouco mais de um ano com uma criatura muito singular. Suas excentricidades e regionalismos, juntamente com os trejeitos, aliados a uma necessidade de se enturmar nos fizeram de alguma forma interagir, fato até então sem muita importância, mas vez por outra permitimo-nos alguma fraternidade e enveredamos por caminhos díspares. Tendo esse ser algum apreço por mim, vez por outra tratamo-nos como amigos. Diante de alguma, ou nenhuma surpresa, obtive informações muito pessoais. Vez por outra ele se mostrava uma pessoa de fácil trato, mas sua verdadeira personalidade apenas se manifestava quando embriagado e ou sob efeito de algum outro "aditivo". Nesses momentos surgia das profundezas desse "amigo" suas frustrações, calorosas declarações de amizade, seu desejo incontido de ser aceito e seu profundo pesar de ser e estar sozinho. SOZINHO! Não que não contasse com parentes biológicos e amigos mais próximos, mas quando me refiro a solidão de meu pobre amigo, me pego, filosofando, sobre estar sozinho rodeado por diversas pessoas. TRISTE; sim, mas como tudo parece um infindável círculo vejo esse meu "amigo" vivendo seu dia a dia repetitivo, cumprindo sua jornada. Resumindo-se a trabalho, casa, televisão, coisas triviais, bar, bebedeiras (sempre), ilícitos, pessoas que o rodeiam por algum interesse e uma coisa que julgo ainda mais triste em toda essa situação, total desapego ao bem estar dele mesmo. Vejo por vezes essa criatura se expor de maneira que julgo desnecessária a perigos tolos, pondo a sua integridade física em risco a troco apenas de uma coisa -ACEITAÇÃO. O que me remete ao quanto as pessoas são tristes e sozinhas, principalmente quando se é jovem; o que torna toda essa "viagem" ainda mais estranha, é apenas tratar-se de um deja vu.
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